O que é o calor?

Ao aquecermos as nossas mãoes frias diante de uma boa lareira, o calor parece-nos ser palpável e material. Mas, será o calor uma substância? Durante algum tempo assim se pensou.

No século XVII, o grande cientista Isaac Newton admitiu que o calor era uma substância sem peso.

O botânico inglês, Robert Brawn, em 1827 examinou ao microscópio umas partículas de pólen em suspensão num meio líquido e viu que elas se moviam de um lado para o outro. Brown demonstrou que as partículas de outras substâncias inertes também se moviam.

Brown não conseguiu explicar o movimento que mais tarde receberia o seu nome, o que possibilitou o aparecimento de uma nova teoria sobre o calor. Só mais tarde o resposta foi encontrada.

O físico inglês Lorde Kelvim, já no século XIX, admitia que o calor era a energia do movimento dos átomos e das moléculas. Mas não esqueçamos que no século XIX pensava-se que os átomos eram pequenas esferas sólidas e indivisíveis. Hoje, sabemos que os átomos possuem uma estrutura interna. Atualmente fala-se mais da energia interior de uma substância do que da sua energia calorífica. O movimento das moléculas representa uma parte dessa energia interior.

Um aumento da energia interior de um corpo pode acelerar o movimento das suas moléculas, ou seja, aumentar a sua temperatura. É isso que acontece quando aquecemos um objeto. Mas o aumento da energia interior não significa necessariamente o aumento de temperatura.

 

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